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Inovação, startups e transformação digital
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O DFnoPonto, aplicativo oficial de transporte público do Distrito Federal, chegou em março a 2,34 milhões de downloads somando Android e iOS, superando pela primeira vez o número de passageiros únicos por mês do Sistema de Transporte Público Coletivo. Com previsão em tempo real por GPS embarcado em 98% da frota, o aplicativo encerrou em 14 meses uma frustração que o brasiliense carregava há quase seis décadas: saber se o ônibus vai passar.
Brasília tem 47 eventos de tecnologia no calendário 2026, Game Hub incubando estúdios e ecossistema de startups crescente. O gargalo é capital de risco.
Parque Tecnológico Capital Digital, conhecido como Biotic, consolidou-se em 2025 como o terceiro maior ecossistema de startups do país em faturamento. Foram 280 empresas instaladas, 6.400 empregos diretos e R$ 920 milhões em receita agregada.
No Parque Tecnológico BIOTIC, em Granja do Torto, um galpão de 14 mil metros quadrados começou a operar com 4.200 GPUs e refrigeração a água gelada. A meta é processar quase um terço de toda a inferência de IA contratada pelo governo federal até 2028.
Connected Smart Cities 2026 coloca Brasília no pódio nacional. GDF na Sua Porta, videomonitoramento integrado e bilhetagem digital sustentam a posição. São Paulo e Curitiba lideram, mas a capital federal encurta a distância.
Decreto da governadora Celina Leão obriga digitalização total dos serviços do GDF até dezembro. Meta é tornar o Distrito Federal a primeira unidade da federação 100% digital, em contraste com a lentidão dos sistemas federais.
Reportagem sobre a infraestrutura digital invisível que sustenta Brasília. Backbone, operadoras, redundância, pontos de troca de tráfego, data centers e a engenharia silenciosa que explica por que o DF tem uma das conexões mais estáveis do país.
Atendimento, secretariado, tradução, redação básica e contabilidade perderam 340 mil postos desde o ChatGPT. O DF, com 38% dos empregos em alta exposição, é o mais vulnerável.
Levantamento do IPEA mostra que a automação por IA generativa destruiu mais postos do que criou no Brasil, mas os novos empregos pagam em média 40% mais. O saldo líquido esconde uma revolução silenciosa no mercado de trabalho.
Brasília abriga todos os órgãos que deveriam liderar a revolução da IA no Brasil. O Centro Nacional prometido para o ano passado não tem nem cronograma. O TCU já está auditando.
TCU, CGU e GDF já usam IA estrangeira para decisões públicas. O Brasil não tem chip próprio, data center soberano nem modelo nacional em produção. Quem governa a IA que governa o país?
A poucos quilômetros dos ministérios, uma startup do Capital Digital prevê enchentes com IA e sensores. O CEMADEN cobre só 957 dos 5.500 municípios. A burocracia impede a adoção.