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Geopolítica e acontecimentos internacionais
7 matérias publicadas
Em dezembro de 2023, o governo alemão encerrou abruptamente o Umweltbonus, programa que pagava até 4.500 euros por veículo elétrico. O resultado, medido pelo Kraftfahrt-Bundesamt e confirmado pela Associação Europeia de Fabricantes, foi a queda de 41% no licenciamento de elétricos puros em 2024. A indústria alemã agora discute o que isso ensina sobre dependência de subsídio.
Os dados do Instituto Nacional de Estadística y Censos mostram a inflação argentina acumulada em doze meses recuando de 211,4% em dezembro de 2023 para 47,9% em fevereiro de 2026. É a queda mais abrupta de inflação registrada em qualquer país sul-americano fora de cenário de hiperinflação corrigida por moeda nova. Análise fria do que funcionou — e do que continua não funcionando.
Os dados mais recentes da OCDE colocam Israel no topo do ranking global de investimento em P&D como proporção do PIB, à frente de Coreia do Sul, Taiwan e Suécia. O modelo combina capital privado, programas militares e uma cultura de tolerância ao fracasso empresarial.
Os números mais recentes do Ministério do Interior japonês confirmam o país como o mais envelhecido do mundo. A taxa de fecundidade caiu para 1,20 e a população encolhe há quinze anos consecutivos, sem que pacotes de natalidade, robotização ou imigração tenham revertido a curva.
Singapura não tem salário mínimo nacional e mantém o terceiro maior PIB per capita do planeta. A análise do modelo revela uma combinação rara de abertura comercial, meritocracia administrativa e disciplina fiscal — com luzes e sombras que merecem leitura honesta.
O relatório bibliométrico de 2025 confirma o que já estava no horizonte: a China é hoje a principal produtora mundial de artigos científicos indexados, superando os Estados Unidos em volume e se aproximando rapidamente em impacto. Enquanto isso, o Brasil perdeu quatro posições em dez anos.
A nova rodada de tarifas americanas atinge diretamente as exportações brasileiras de aço e alumínio. O governo Lula negocia isenções, mas o histórico sugere que o Brasil perderá market share para o México.