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Os principais fatos do cenário nacional
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Análise dos dados do PNUD mostra que a Bahia lidera o Nordeste em desenvolvimento humano, mas perde posições na comparação nacional. Educação avança, renda recua, expectativa de vida estagna.
O Boletim das Empresas Estatais Federais, divulgado pela Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais, mostra que 36% do conjunto fechou o exercício 2025 no vermelho. O resultado consolidado ainda é positivo, sustentado por meia dúzia de gigantes.
Em vigor desde maio de 2000, a Lei Complementar 101 transformou a gestão pública brasileira. Mas o Boletim de Finanças do Tesouro Nacional mostra que 13 das 27 unidades federativas fecharam 2025 fora dos limites de pessoal ou endividamento.
Os dados do Tesouro Nacional referentes ao último Boletim de Finanças Estaduais mostram Minas Gerais com dívida consolidada líquida 3,07 vezes superior à receita corrente líquida. É o pior número da federação e o único acima do limite legal há mais de uma década. Análise fria do estado que abriu o primeiro buraco fiscal estrutural do país.
O Tribunal de Contas da União suspendeu, ao longo do ano passado, o pagamento de 47 emendas parlamentares por irregularidades documentais, vínculo suspeito com beneficiários e ausência de plano de trabalho. Cerca de 412 milhões de reais foram devolvidos ao Tesouro. Reportagem reconstrói como o controle externo conseguiu, num ambiente politicamente hostil, frear pagamentos que já estavam empenhados.
A proposta de emenda constitucional voltou à mesa em 2026. Antes de apoiar ou rejeitar, vale examinar o que a evidência empírica de três dezenas de países mostra sobre comparecimento, legitimidade, polarização e qualidade da representação após a transição.
Um único estado responde por um terço do produto interno bruto do país. Nos Estados Unidos, Alemanha, Índia e Canadá essa proporção seria ilegal, constitucionalmente corrigida ou politicamente insustentável. No Brasil, virou paisagem.
Simulações do Ministério da Fazenda confirmam que o IBS e a CBS elevarão a carga sobre serviços essenciais — educação, saúde e transporte — antes que a prometida simplificação gere ganhos reais.