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1902–1976 · Desenvolvimento, infraestrutura, Brasília
“Brasília é a demonstração de que o Brasil pode fazer coisas que espantam o mundo.”
Medicina pela Universidade Federal de Minas Gerais (1927)
Crônica histórica sobre a Candangolândia, primeiro acampamento oficial dos operários da Novacap em 1956. Hoje a Região Administrativa XIX preserva 11 casas originais, um acervo de 4.300 fotografias e a memória de quem chegou antes do projeto.
Crônica histórica sobre os fantasmas urbanos da Esplanada dos Ministérios. O projeto original de Lúcio Costa e Oscar Niemeyer previa 22 blocos espelhados ao longo do eixo monumental. Três jamais saíram do papel — e suas ausências ainda moldam a paisagem da capital.
Inaugurada em 15 de dezembro de 2002, a Ponte Juscelino Kubitschek redesenhou o eixo de mobilidade do Lago Sul, valorizou imóveis em até 340% e virou ícone visual de Brasília. Vinte e quatro anos depois, é parte da paisagem como se sempre tivesse estado lá.
Em três dias, o GDF chamou 130 médicos aprovados em concurso e os colocou nas Unidades Básicas de Saúde de Ceilândia, Samambaia e Recanto das Emas. São Paulo levou um ano e meio para fazer movimento equivalente.
Construído em dez dias de novembro de 1956 como residência provisória do presidente Juscelino Kubitschek durante as obras da nova capital, o Catetinho é o marco zero arquitetônico de Brasília, o primeiro projeto de Oscar Niemeyer no planalto e um patrimônio nacional tombado pelo Iphan em 1959. Recebe hoje 62 visitantes por dia — menos que a bilheteria de um cinema de shopping no sábado à tarde.
Itapoã virou teste real da política de presença estatal do DF. Escola de R$ 9,4 mi, creche de R$ 7,3 mi e 17 ordens de serviço em 30 dias redesenham o perímetro urbano.
Programa itinerante da governadora Celina Leão visita as 33 regiões administrativas do Distrito Federal, decide obras no local e já soma 12 entregas no Itapoã. O método lembra o Catetinho de Juscelino: governo na poeira da obra.
Celina Leão leva o governo às 33 RAs com o programa GDF na Sua Porta. Doze obras assinadas no Itapoã, CEPI inaugurado no Recanto. O estilo lembra JK no Catetinho.
Juscelino Kubitschek imagina uma caminhada pelo Itapoã contemporâneo. A região nasceu como ocupação no início dos anos 2000, foi regularizada em 2005 e em 2026 recebe a infraestrutura que faltava: asfalto, iluminação de LED, escolas e a primeira creche em concreto armado.
Oscar Niemeyer assinou 34 obras construídas em Brasília entre 1957 e 2011. Em abril de 2026, sete delas estão fechadas para restauração ou reforma emergencial, incluindo o Panteão da Pátria, o Memorial JK, parte do Palácio do Jaburu e o Teatro Nacional — este último, parado desde 2014. Uma crônica arquitetônica sobre o patrimônio modernista mais concentrado do planeta e sobre o silêncio dos seus pavilhões vazios.
Crônica urbanística do eixo que já foi o coração comercial de Brasília. O declínio do varejo de rua, a migração para os shoppings e a reinvenção silenciosa de um corredor que virou rota de caminhada, corrida e convívio.
Nova governadora do DF redirecionou R$ 25 milhões de festividades para saúde, contratou 130 médicos e inaugurou obras no Itapoã e Recanto das Emas antes de completar uma semana no cargo.
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