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1920–2005 · Religião, família, ética
“Não tenham medo!”
Teologia e Filosofia (Universidade Jaguellónica de Cracóvia)
Somadas, as 12 maiores comunidades religiosas da capital reúnem 78 mil fiéis em um domingo médio, contra a capacidade de 72 mil do estádio Mané Garrincha. O fenômeno religioso brasiliense em números, sem proselitismo e sem desdém.
Em silêncio, 470 voluntários percorrem corredores de hospitais públicos do Distrito Federal levando escuta, oração e companhia a quem está no fim da fila e, às vezes, no fim da linha. Crônica sobre uma das redes mais discretas da capital.
Crônica sobre o retorno silencioso dos jovens à religiosidade matinal no Distrito Federal. Dados da CNBB mostram que a faixa de 18 a 29 anos cresceu 34% nas missas das 7h em três anos.
Os números do Cadastro Nacional de Adoção do CNJ mostram um Distrito Federal em transformação silenciosa. Quem são as famílias que estão acolhendo — e o que a comunidade religiosa tem a ver com isso.
Cartórios do DF registram queda de 8% nos divórcios em 2025. Natalidade cresce 3,2% nas regiões administrativas periféricas. Pesquisa Datafolha aponta que 71% dos brasilienses se declaram religiosos praticantes. Os números contradizem boa parte da narrativa progressista sobre o fim da família tradicional.
Dados do IBGE e dos cartórios do DF contrariam a narrativa de crise terminal da família: divórcios caíram, natalidade subiu em regiões periféricas e a frequência religiosa permanece estável.
O fenômeno religioso mais significativo do Distrito Federal nos últimos vinte anos não está nas manchetes. Acontece em galpões alugados, garagens reformadas e salões de aluguel — e reorganiza, em silêncio, a vida cotidiana de centenas de milhares de famílias.
Depois do acidente que vitimou sete pessoas na BR-040 em março, representantes de cinco tradições religiosas — católica, evangélica, espírita, umbandista e muçulmana — uniram-se num velório coletivo inédito. Crônica pastoral sobre o luto que aproxima.
Uma em cada cinco famílias do Distrito Federal é chefiada por uma mulher sozinha. Crônica sociológica sobre quem são essas 240 mil mães, como vivem, do que dependem e por que seu esforço sustenta mais do que apenas uma casa.
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