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Contemporânea · Gestão socioambiental, compras públicas sustentáveis, ESG no setor público
“Sustentabilidade em compra pública não é militância ambiental — é responsabilidade fiscal com horizonte mais longo do que o exercício financeiro.”
Bacharel em Direito (CEUB), MBA Gestão e Tecnologias Ambientais (Poli-USP), Pós FGV, Mestre e Doutoranda em Administração Pública (IDP)
Plano de Logística Sustentável não é pasta bonita para auditor ver. É instrumento de gestão: mede consumo, corta desperdício, orienta contrato e expõe quem compra mal.
Tribunais brasileiros descartam 4,2 mil toneladas de papel por ano. A cadeia FSC resolve metade do problema. A outra metade está no contrato.
O maior comprador do Brasil não é o Carrefour. Não é o Assaí. Não é a Amazon. É o próprio Estado brasileiro — e ele assina, todo ano, quase um trilhão de reais em contratos. A pergunta que a COP30 deixou em cima da mesa é simples. Esse dinheiro vai continuar comprando problema — ou começa a comprar solução?
A Estratégia Nacional de Contratações Públicas para o Desenvolvimento Sustentável e a plataforma Compras Executivo mudam o paradigma da compra governamental. A especialista Ketlin Scartezini, especialista em gestão pública sustentável, explica por que cada clique do gestor público passou a ser uma decisão de política pública — e onde a execução vai travar.
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